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🧒Caso de agressão contra criança no bairro Capão da Imbuia; caso gera revolta nas redes sociais​Um relato de violência infantil mobilizou moradores da região do bairro Tarumã, em Curitiba, na última segunda-feira(26). Segundo o testemunho de um residente local, uma mulher foi flagrada agredindo fisicamente um menino, de aproximadamente dois ou três anos de idade, dentro de um veículo estacionado na Rua Professor Nivaldo Braga, nas proximidades da academia Ph.D Sports.​De acordo com o relato do morador que presenciou a cena, a agressora desferia socos contra a criança. Ao tentar intervir e acalmar a situação, a testemunha foi informada pela mulher que a agressão seria uma "punição" porque a criança teria feito birra em um shopping e vomitado na cadeirinha do automóvel.​Tentativa de Intervenção​Ainda conforme o depoimento, ao ser confrontada e solicitada a descer do veículo para conversar, a mulher demonstrou nervosismo com a possibilidade de uma denúncia formal e fugiu do local em alta velocidade. Devido à baixa luminosidade do horário, a placa do veículo não pôde ser identificada pelo denunciante.​"Isso não é educação. Isso é violência e é crime. Crianças não têm como se defender sozinhas e o silêncio protege o agressor", afirmou o morador em seu alerta à comunidade.

🧒Caso de agressão contra criança no bairro Capão da Imbuia; caso gera revolta nas redes sociais​Um relato de violência infantil mobilizou moradores da região do bairro Tarumã, em Curitiba, na última segunda-feira(26). Segundo o testemunho de um residente local, uma mulher foi flagrada agredindo fisicamente um menino, de aproximadamente dois ou três anos de idade, dentro de um veículo estacionado na Rua Professor Nivaldo Braga, nas proximidades da academia Ph.D Sports.​De acordo com o relato do morador que presenciou a cena, a agressora desferia socos contra a criança. Ao tentar intervir e acalmar a situação, a testemunha foi informada pela mulher que a agressão seria uma "punição" porque a criança teria feito birra em um shopping e vomitado na cadeirinha do automóvel.​Tentativa de Intervenção​Ainda conforme o depoimento, ao ser confrontada e solicitada a descer do veículo para conversar, a mulher demonstrou nervosismo com a possibilidade de uma denúncia formal e fugiu do local em alta velocidade. Devido à baixa luminosidade do horário, a placa do veículo não pôde ser identificada pelo denunciante.​"Isso não é educação. Isso é violência e é crime. Crianças não têm como se defender sozinhas e o silêncio protege o agressor", afirmou o morador em seu alerta à comunidade.

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